sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Pequise os bancos que financiam a industria do carvão

A rede Banktrack lançou o site "Coalbanks" onde você pode descobrir quais são os bancos que mais investem na indústria de carvão mineral (da mineração às termoelétricas). O carvão é a fonte de energia que mais emite gases de efeito estufa e por isso a que mais contribui para as mudanças climáticas. Entre os top 100 bancos que  financiam esta indústria poluente, estão também bancos brasileiros como o BNDES, o Banco do Brasil e o Bradesco.



A Vale 
Já pelo lado das empresas, encontramos a nossa Vale, a única empresa Latino Americana que entrou na pesquisa. Enquanto que em Carajás ela se dedica ao ferro, em lugares como Moçambique,  Austrália e China ela também explora minas de carvão.

Quer saber mais sobre os bancos que financiam a Vale para esta e outras atividades? Clique aqui.

sábado, 11 de outubro de 2014

A cidade da Vale

Para pesquisador, hoje, a violenta Parauapebas (PA) é a extensão da estratégia ideológica, política e econômica da mineradora.

“A cidade da Vale”, como é conhecida Parauapebas, a maior província mineral do mundo, vive um caos sociocultural. O Mapa da Violência de 2013 mostra que o município, no sudeste do Pará, saltou da 21ª colocação entre as cidades mais violentas do estado para o 10º lugar.


Segundo o estudo, Parauapebas sofreu a maior expansão de homicídios entre jovens no estado paraense. A probabilidade de um jovem ser morto, vítima de disparos de arma de fogo ou por facada na rua ou em sua própria casa, é 25% maior do que no Iraque, país com uma das mais altas taxas de morte por conflito armado.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Amazonas en venta
Reportagem da Telesurtv sobre a região do Carajás, a Vale, o MST e o IALA.

Esta reportagem faz parte de projeto Pachamama, que tem uma série de documentários sobre a luta pela terra. É um programa sobre o enfrentamento entre grandes corporações, ao redor do mundo, que exploram os recursos naturais em busca de benefícios económicos, e por outro lado as populações locais, campesinas e indígenas que defendem seus territórios. Visite o site da Pachamama para assistir a outros videos.


Pachamama Amazonas en venta by TVideoblog4

quarta-feira, 23 de julho de 2014

20 anos de Assentamento Palmares II - Resistência, Educação e Agroecologia

Há 20 anos, em junho de 1994, inicia-se o processo de construção do que concretizaria o Assentamento Palmares. Famílias de sem-terra ocupam a área sob concessão da empresa Vale, conhecida como Cinturão Verde, sendo em seguida despejados. Após vão em direção a Marabá para ocupar por seis meses a sede do INCRA, demonstrando o caráter de resistência desses sujeitos, mesmo com a prisão de alguns acampados. É após o retorno a Parauapebas, com a ocupação da câmara do município e mais pressões exercidas sobre o poder público que em 1996 desapropria a fazendo e regulariza o assentamento, que se constituiria como Palmares I e II.

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Superintende do Incra de Marabá armou emboscada contra lideranças Sem Terra

Superintendente do Incra Eudério Coelho
por Márcio Zonta

O Pará pode estar prestes a viver mais um genocídio de camponeses nos próximos dias.
A afirmação de Eudério Coelho, superintendente do Incra de Marabá dizendo que não enfrentará o latifúndio na região é apenas um indício, entre muitos.

Ademais, segundo uma fonte, que prefere resguardar sua identidade, que vive os bastidores do Incra, Eudério teria feito tal afirmação por estarem na sala ao lado, da onde se reunia com líderes Sem Terra, os fazendeiros Rafael Saldanha de Camargo e Zé Iran, acompanhado de pistoleiros.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Superintendente do INCRA de Marabá incita violência de fazendeiros contra Sem Terra no Pará.

por Márcio Zonta

O Superintendente Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) de Marabá, Eudério Coelho diz ter “lavado as mãos e que não atuará contra o latifúndio no Pará”.

Tal afirmação inusitada veio durante uma reunião entre Eudério Coelho e dirigentes nacional e estadual do MST no Pará, ontem (9) de tarde.

No encontro com o superintendente da região, os Sem Terra solicitavam a intervenção do INCRA contra a ameaça de quarenta pistoleiros que cercam o acampamento Hugo Chavez, na Fazenda Santa Tereza e Cosipar, ambas ocupadas no domingo.

Ainda, no início da noite de ontem, após a reunião, quando avisado por telefone sobre o espancamento de um acampado e um carro incendiado pelos jagunços, apenas mencionou: “não sou polícia para atuar contra pistoleiros”.

“Ficamos estarrecidos com o discurso de Eudério na reunião e depois no telefone. Como assim o INCRA não vai intervir nas terras públicas e irregulares no Pará. Estranho, se essa é a tarefa do órgão”, protesta Maria Raimunda dirigente do MST.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Novos e Velhos conhecido na Luta de Classes na Amazônia

Reportagem de Márcio Zonta, Jornal Brasil de Fato

“Só nos sobra rato e mau cheiro na periferia de Marabá”, a frase do jovem Maciel Silveira explicita o descontentamento e as condições do que é viver ás margens da cidade economicamente mais importante do sul e sudeste paraense.

Porém, para ele tal sofrimento, por viver precariamente na cidade, pode estar cessando. Junto a outros três jovens embarcou na manhã do último domingo, num dos ônibus de uma caravana, que levaria mais de mil famílias para ocupação de duas fazendas no sudeste do Pará.

“Aqui vou botar roça, montar meu barraco, ajudar minha família, conquistar a terra, progredir!”, diz ao romper sua primeira cerca num dos maiores latifúndios do Pará.

sábado, 7 de junho de 2014

O habito de ler e o nascimento das bibliotecas!

Uma breve resposta ao Val André Mutran [1]
por Charles Trocate, fevereiro 2011

Por esses dias estive no Acampamento João Canuto, localizado no complexo de áreas públicas griladas a partir da década de setenta do século passado pelo grupo Quagliato próximo ao município de Sapucaia. Nada extraordinário não se tratasse de ocupação do MST que com seu nível de organização social se diferencia das demais ocupações ao longo da estrada (hoje rodovia federal 155).

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Coletânea de Poesias Amazônicas

No VI Congresso Nacional do MST, que decorreu em Brasília ente 10 e 14 de fevereiro foi publicado a Coletânea de Poesias Amazônicas. Para baixar, clique aqui.